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Peixes Marinhos Pelágicos: Atuns Não Param de Nadar, Yo

Peixes Marinhos Pelágicos: Atuns Não Param de Nadar, Yo

Pesca e Aquicultura | 9 de Maio, 2019 | Revisto a 30 de Julho, 2019

LEITURA | 3 MIN

Peixes marinhos pelágicos, os atuns despendem todo o seu tempo de vida junto à superfície de águas tropicais, subtropicais ou temperadas, sendo espécies que se movem constantemente e que efectuam migrações de longas distâncias à procura de alimento ou para se reproduzirem.

Bons nadadores e consumidores brutais de oxigénio: os atuns, peixes marinhos pelágicos

Os atuns são excelentes nadadores, por longos períodos e com uma capacidade de nadar a grande velocidade consumindo elevadas quantidades de oxigénio. Contrariamente à grande maioria dos restantes, que contraem os maxilares e os músculos operculares a fim de bombear a água para as brânquias, estes peixes marinhos pelágicos nadam de boca aberta forçando a entrada da água nas brânquias.

A respiração branquial é um método eficiente que obriga a passagem de grandes quantidades de água pelas brânquias sem grande desgaste energético, não obstante um grande inconveniente: o de não poderem parar de mover-se sob pena de morrerem sufocados.

Pela constante necessidade de movimento, e a fim de manter o sangue oxigenado, o metabolismo muscular dos atuns gera calor
constante. É certo que estes peixes marinhos pelágicos podem libertar o excesso de calor – no entanto, é também esta característica
que os torna aptos a migrar para águas mais frias.

De todos os peixes ósseos, os atuns são os únicos que possuem a capacidade de controlar a temperatura corporal através de um sistema de termoregulação – uma aptidão que lhes é conferida pela complexidade estrutural da rede sanguínea permitindo, desta feita, o aquecimento do sangue arterial através do sangue venoso que flui nos tecidos musculares e também pela capacidade de controlar a passagem do fluxo sanguíneo em alguns dos vasos.

Atuns comem outros peixes marinhos pelágicos, crustáceos e cetáceos

No que à alimentação diz respeito, os atuns maiores alimentam- se de outras espécies de peixes marinhos pelágicos e posicionam-se
no topo da cadeia trófica. Já os atuns mais pequenos, em idade e em espécie, alimentam-se de zooplâncton –  sobretudo crustáceos e constituem alimento de outros peixes e cetáceos.

Esta espécie de peixes marinhos pelágicos faz sempre a desova em águas superficiais cuja temperatura à superfície é igual ou superior a 24º C. Há estudos que atestam que o atum voador e o atum patudo fazem migrações de zonas de alimentação temperadas para áreas de reprodução tropicais.

O atum rabilho do Atlântico, o atum rabilho do Pacífico e o atum do Sul têm a particularidade de desovar, respectivamente, em áreas muito restritas do Atlântico, Pacífico e Índico.

Estes peixes marinhos pelágicos possuem um corpo fusiforme, alongado e lateralmente comprido. têm também duas barbatanas dorsais separadas por um pequeno espaço. Os raios anteriores da primeira dorsal são bastante maiores do que os posteriores – o que confere à barbatana um aspecto côncavo.

Depois há a particularidade das barbatanas: a segunda barbatana pode ser inferior, igual ou maior que a primeira no que concerne à altura; a segunda barbatana dorsal é seguida de 7 a 10 pínulas de cor variável; as barbatanas peitorais possuem comprimento variável, dependendo da espécie e idade do indivíduo.

Os atuns são ainda donos de um pedúnculo caudal esguio e uma quilha lateral de cada um dos lados – cada uma delas entre duas quilhas mais pequenas.

Mais curiosidades sobre os atuns podem ser encontradas neste site.

olinda de freitas

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Bio

Produtora de conteúdos textuais freelancer. Com paixão e alhos.

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Comentários

  1. Otacilio Favero de Souza diz

    2 de Novembro, 2014 em 16:24

    Olinda, prazer em conhece-la. Sou de Guarujá, SP, estou iniciando no mestrado em ecologia e por ser da área de historia estou tendo muitas dificuldade em entender, aprende e fazer determinados trabalho. Você poderia estar me ajudando por favor. este mestrado e muito importante para mim.
    abraço

    Responder
  2. Olinda de Freitas diz

    2 de Novembro, 2014 em 16:54

    Boa sorte para o mestrado e boas leituras, Otacilio!

    Responder
  3. Thalyta diz

    11 de Junho, 2015 em 3:24

    Muito bom! Ajudou bastante.

    Responder

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